'/> CETADEB Londrina - Califórnia. Teologia ao alcance de todos. Básico, Médio e Avançado.: Fevereiro 2014

23 fevereiro 2014

A Arca da Aliança

2 Crônicas 35:3 Diz: E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao Senhor: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi ao Senhor vosso Deus, e ao seu povo Israel.

A palavra para “casa” em hebraico ébayith. Ela pode também ser traduzida por “câmaras”’ ou “quartos interiores”, “calabouço”, ou “o ponto mais baixo”.
A passagem de Apocalipse 11.19, menciona o Templo original dos céus, como tendo sua própria e original Arca do Testemunho.

Será esta  realmente a arca da Aliança que esteve com  Israel durante sua peregrinação pelo deserto? Pois, alguns estudiosos dizem que  ela já não existia mais no tempo de Cristo. 

A Arca é uma  figura ou um tipo do Messias prometido. Será que a Arca de Apc 11:19 é o próprio Cristo.


Vejam este texto  de João 20:12-13

E viu dois anjos vestidos de branco, assentados onde jazera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram.


Comaparem com Êxodo 25:17-18

Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio.
Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.


Paz.

22 fevereiro 2014

Pastor José Wellington Bezerra da Costa (CGADB)



Assembleia de Deus não é mais a mesma, diz José WellingtonAssembleia de Deus não é mais a mesma, diz José Wellington

Durante uma reunião com obreiros da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (CONFRADESP) o pastor José Wellington Bezerra da Costa criticou a inclusão de usos e costumes que não fazem parte da doutrina da Assembleia de Deus.

“Nós estamos, paulatinamente, imitando e aceitando os costumes dos samaritanos”, disse ele. José Wellington lembrou a criação da Assembleia de Deus que é uma igreja avivada, não por mãos de homens, mas pelo Espírito Santo.


“Estamos caminhando para uma igualdade, já existe muitas coisas do costume dos samaritanos que nós já estamos aceitando. Há muita coisa entre nós que não é da Assembleia de Deus”, disse o líder.


José Wellington citou que essas influências estão deixando os cultos mais frios, sem a presença do Espírito Santo que cura e liberta as pessoas.
O presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) também falou sobre as igrejas que não tocam mais hinos da harpa para tocar aqueles que fazem as pessoas baterem palma.


“Os samaritanos trouxeram alguns corinhos e muita ‘bateção’ de palma,  alguns conjuntos que começam o culto para animar… irmãos, culto não é programa de auditório”, disse.
Mulheres com cabelos curtos, enfeites de jóias, homens com cavanhaque, grupos de dança nas igrejas e outras coisas foram criticados por José Wellington que afirmou que a “Assembleia de Deus já não é mais a mesma”.


Assista:



Gritos de Alerta

21 fevereiro 2014

Sinais do fim: Preparação para o terceiro templo.

O Arrebatamento da Igreja é o próximo evento importante na cronologia de Deus relacionada às atividades proféticas. Já não há mais profecias a serem cumpridas antes que ocorra o Arrebatamento. Ele é iminente, isto é, pode acontecer a qualquer momento. Na verdade, não existe nada, a não ser a graça longânima e a misericórdia de Deus, que possa impedi-lo de ocorrer imediatamente.

No entanto, embora não existam sinais para o Arrebatamento, há pelo menos um importante indicador de que ele está próximo, às portas. Esse indicador é a situação em que se encontram os preparativos para o próximo Templo Judeu a ser construído no monte do Templo, em Jerusalém.

O rabino Nachman Kahane, um rabino líder em Jerusalém, nascido em 1937, crê que um Templo será construído no monte do Templo enquanto ele ainda estiver vivo; e ele diz que tudo está pronto para que o Templo seja construído ainda hoje.

O mundo conheceu apenas dois Templos Judeus: o Primeiro, construído no monte do Templo pelo rei Salomão, durou 390 anos, antes que os babilônios o destruíssem no ano 586 a.C. O Segundo, construído depois do Cativeiro na Babilônia, no mesmo local (Ed 2.68; Ed 6.7), permaneceu durante 585 anos, antes de ser destruído pelos romanos no ano 70 d.C. O cenário dos tempos do fim na Palavra Profética de Deus anuncia que haverá um Templo Judeu quando o Anticristo reinar sobre o mundo.

O rabino Kahane treinou todos aqueles que estão na liderança desse esforço para a reconstrução; e foram seus alunos que deram início ao Instituto do Templo, em 1987, no bairro judeu na Cidade Velha de Jerusalém. O Instituto tem treinado homens para o serviço no Templo e acumulado todos os implementos necessários para o Templo, inclusive a mesa da proposição, o altar do incenso, e a menorá de ouro. A menorá, atualmente em exposição em frente à praça do Muro Ocidental em Jerusalém, é recoberta com aproximadamente 45 quilos de puro ouro e seu valor é de cerca de 2 milhões de dólares americanos.

Muitos acham que a menorá original, um candelabro com sete hastes, foi levada para Roma depois que o Segundo Templo foi destruído, porque um alto-relevo no Arco de Tito em Roma parece retratar exatamente isso. A menorá original pode ainda estar em Roma. O Instituto do Templo a reconstruiu meticulosamente.
Além disso, o Instituto do Templo também crê saber a localização da Arca da Aliança, que foi vista pela última vez no Templo de Salomão. Dois rabinos e um ativista judeu, todos trabalhando em atividades da reconstrução do Terceiro Templo, dizem já ter estado no local.

Outras atividades


O rabino Yehuda Glick, presidente da Temple Mount Heritage Foundation (Fundação da Herança do Monte do Templo), guia excursões de judeus ao monte do Templo para aumentar a familiaridade com este que é o mais sagrado de todos os sítios judeus, antes que o próximo Templo seja construído. Há alguns anos, ele levou a uma excursão educativa um grupo de 10 soldados pára-quedistas das Forças de Defesa de Israel (FDI). Este foi um marco, por se tratar da primeira vez que tropas da FDI uniformizadas estiveram no monte do Templo em uma década.

Os pára-quedistas, disse o rabino Glick, têm um “relacionamento especial” com o monte do Templo. Eles tomaram aquela elevação para Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967, o que levou à reunificação de Jerusalém.

Embora o monte do Templo seja o mais sagrado sítio do judaísmo, o povo judeu não tem permissão para orar ali, nem para subir nele em grandes grupos, porque ele é controlado pelo Waqf muçulmano. Israel deu ao Waqf o controle como um gesto de boa vontade depois da reunificação da cidade em 1967.
O Instituto tem treinado homens para o serviço no Templo e acumulado todos os implementos necessários para o Templo, inclusive a mesa da proposição, o altar do incenso, e a menorá de ouro (na foto).

O rabino Glick está convocando o povo judeu para se unir e fazer todo esforço possível para visitar esse local sagrado e se concentrar em reconstruir o Templo. Durante vários anos, ele dirigiu os esforços do Instituto do Templo no sentido de se prepararem para a reconstrução.

Os Fiéis do Monte de Templo, de Gershon Salomon, têm uma pedra fundamental pronta para quando for dado início à construção. Diz-se que ela foi consagrada com água do poço bíblico de Siloé e cortada com diamantes.

Perto de Jericó, no vale do rio Jordão, um centro de treinamento educa homens, que crêem ser da tribo de Levi e da família sacerdotal, sobre como servir no próximo Templo. Nos últimos 25 anos esse centro já treinou milhares vindos de todas as partes do mundo. Muitas das vestes sacerdotais estão preparadas e guardadas. O rabino Kahane, que recebeu o primeiro conjunto de vestes sacerdotais, o guarda em seu armário, pronto para ser vestido imediatamente. Foram anos de pesquisa para se confeccionarem essas vestes:
Fibras de linho especiais foram importadas da Índia e muitas viagens ao exterior foram necessárias para se obter as cores corretas para as roupas. Emissários chegaram a ir a Istambul, para comprar os casulos das montanhas, dos quais se extrai o correto tom de carmesim. O segredo do tom certo de azul ficou perdido desde a destruição do Segundo Templo, até que a organização não-lucrativa Ptil Tekhelet o identificou como sendo o murex trunculus, ouhexaplex trunculus, o molusco corante listrado que se encontra nas proximidades do mar Mediterrâneo.[1]

Além disso, as 4.000 harpas necessárias para os levitas tocarem as músicas do Templo, como foi requerido pelo rei Davi em 2 Crônicas 23.5, estão perto de serem completadas pelos artífices da Casa de Harrari.

O rabino Yoel Keren acredita que o Terceiro Templo será construído seguindo os detalhes descritos em Ezequiel 40-46; mas primeiro o povo judeu construirá uma estrutura menos extravagante, como fez quando o Segundo Templo foi edificado 2.500 anos atrás.

O que está por vir


O cenário do final dos tempos na Palavra de Deus exige que um Templo Judeu esteja erigido quando o Anticristo governar o mundo. Ele o profanará e o povo judeu será forçado novamente a deixar o Templo porque se manterá fiel a Deus e se recusará a adorar o Anticristo (Dn 9.27).

Em Seu Sermão no monte das Oliveiras (Mt 24-25), Jesus confirmou a profecia de Daniel. Ele chamou a profanação de “o abominável da desolação” e disse que ela ainda não havia acontecido (Mt 24.15).

Algum dia, o Messias, Jesus, voltará para Jerusalém e construirá Seu Templo nesse pedaço de terra (Zc 1.16; Zc 6.12); e, a partir desse Templo do Milênio, Ele governará o mundo (Zc 6.13). Esse templo é descrito em detalhes vívidos e precisos em Ezequiel 40-46. Nada que tenha sido construído até agora se encaixa na descrição de Ezequiel. Nem o Tabernáculo, nem o Primeiro Templo edificado pelo rei Salomão, nem mesmo o Segundo Templo que foi dedicado por Zorobabel e magnificamente restaurado por Herodes o Grande. Sequer a estrutura desenhada na prancha de projetos de hoje será aquele Templo; essa estrutura será o Templo da Tribulação; que deverá estar em funcionamento na metade do período de sete anos que se denomina “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.7).

Existe um obstáculo principal para a construção do Terceiro Templo: a edificação muçulmana cuja cúpula é coberta de ouro, o Domo da Rocha, que ocupa o monte do Templo. Não é uma mesquita, mas um edifício islâmico.

Algumas pessoas sugerem que um Templo Judeu poderia existir ao lado do Domo da Rocha, ambos partilhando do monte do Templo. Mas, falei com muitos líderes do movimento para a reconstrução que crêem que o Domo da Rocha terá que ser removido. Quando lhes perguntei como eles planejam fazer isso acontecer, disseram que não planejam. Eles pensam deixar esse detalhe para o Messias, mas querem estar prontos para começar a construção quando Ele abrir o caminho.

Você está preparado para o Arrebatamento da Igreja? Se está, viva pura e produtivamente para estar cheio de alegria quando ouvir o glorioso som da trombeta de Deus nos chamando para casa (1Ts 4.15-17). Acordo todas as manhãs com a expectativa de que este será o dia. À luz de tudo o que está acontecendo para a preparação de um Templo Judeu no monte do Templo, faríamos o certo se mantivéssemos nossos ouvidos bem abertos para o brado do Senhor, a voz do arcanjo e o chamado da trombeta de Deus.(Jimmy De Young – Israel My Glory – )

Lançamento da Coca-Cola para quem não se desconecta

Hoje em dia as pessoas estão sempre conectadas e olhando para o celular, seja no restaurante, na praia ou em qualquer outro lugar. Veja como a Coca-Cola vai acabar com isto

11 fevereiro 2014

OS PALESTINIANOS TAMBÉM QUEREM O MURO DAS LAMENTAÇÕES...


Nada módicos, os inimigos de Israel!Agora já vêm exigir a totalidade da Cidade velha de Jerusalém!
Um representante da Autoridade Palestiniana confirmou a exigência dos palestinianos em terem todo o território liberado por Israel em 1967, incluindo a totalidade da Cidade velha de Jerusalém e do próprio Kotel, o Muro Ocidental, conhecido como Muro das Lamentações!

Em entrevista ao "Canal 10", Mahmoud al-Habbash, ministro palestiniano para os Lugares Sagrados, afirmou que "não haverá paz até ao fim da ocupação israelita que se iniciou em 1967. Cada porção de terra que Israel conquistou então pertence aos palestinianos. Isso inclui Jerusalém, a mesquita Al-Aqsa e o Muro ocidental."
Questionado sobre o que aconteceria se os judeus quisessem orar junto ao Muro, o ministro palestiniano respondeu: "Serão bem-vindos, não haverá problema. Não haverá limitações à liberdade religiosa. Cerimónias religiosas são uma coisa, políticas, são outra."

A REALIDADE DA "LIBERDADE RELIGIOSA PALESTINIANA"...
Mas a realidade é outra. E essa não engana. Segundo os acordos de Oslo, os israelitas deveriam ter livre acesso a vários locais religiosos judaicos que estão sob administração palestiniana na Judéia e na Samaria. A realidade, contudo, é que os judeus são praticamente impedidos de ter acesso a esses lugares, incluindo o túmulo de José em Siquém e o túmulo de Josué em Kifi Hares. É muito difícil os judeus conseguirem chegar a estes lugares e apenas sob restrições muito apertadas. Vários judeus já foram mortos na região do túmulo de José, incluindo um rabino.

Os inimigos de Israel nunca foram sinceros nas suas afirmações ou promessas. O alvo único deles é a completa expulsão dos judeus de todo o território de Israel e da sua Capital eterna.

Vez após vez temos insistido que o grande conflito iniciar-se-à não por causa do território da Judéia e Samaria, mas por causa da posse de Jerusalém. E sobre isso o profeta Zacarias já se pronunciou há mais de 2.500 anos: ai daqueles que "mexerem" na questão de Jerusalém. Será para eles uma "pedra pesada" e um "cálice de tontear"...

Shalom, Israel!

10 fevereiro 2014

Ocupação? Confronto entre israelenses e palestinos dentro da Mesquita de al-Aqsa em Jerusalém!

Estaria Israel já determinado a ocupar o local à força para a construção do Templo de Salomão?

Confrontos explodiram entre fiéis palestinos e soldados israelenses na al-Aqsa na cidade de East West Bank al-Quds (Jerusalém).

Os confrontos eclodiram quando forças israelenses invadiram o local sagrado em East al-Quds, durante as orações da sexta desta semana.

Soldados israelenses dispararam balas de borracha e granadas de efeito moral para as pessoas que estavam orando na mesquita.

Pelo menos 20 pessoas, incluindo crianças, ficaram feridas na violência. Veja o Vídeo:



Testemunhas disseram que as forças israelenses também venceu um número de mulheres e prendeu vários palestinos - sendo a maioria jovens.

Os confrontos veio menos de um mês depois de o ministro israelense da Habitação e Construção Uri Ariel disse Tel Aviv planeja substituir o al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado no mundo muçulmano, com um templo.

O comentário enfureceu os palestinos, que condenaram o plano como profanação e parte de tentativas em curso do regime israelense para judaizar a al-Aqsa e Leste al-Quds.

Nas últimas décadas, Israel tentou alterar a composição demográfica da al-Quds, construindo assentamentos ilegais, destruindo locais históricos, e expulsar a população palestina local.

Mais de meio milhão de israelenses vivem em mais de 120 assentamentos construídos desde a ocupação israelense da Cisjordânia, incluindo o leste al-Quds, durante a Guerra dos Seis de 1967.

A comunidade internacional considera os assentamentos ilegais.

http://www.presstv.ir/detail/2014/02/07/349692/israeli-soldiers-storm-alaqsa-mosque/

Pres-TV

03 fevereiro 2014

FINALMENTE! Israel fez uma chamada oficial para o Terceiro Templo

O ministro Israel de Habitação e Construção Uri Ariel na sexta-feira expressou seu desejo de ver a construção de um "Terceiro Templo" no lugar da mesquita Al-Aqsa, que  atualmente ocupa o monte do templo. Uri Ariel disse: "O primeiro templo foi destruído em 586 aC, o segundo Templo em 70 dC, e desde então o povo judeu foram lamentando sua perda."
Ele então passou a dizer "Al-Aqsa está atualmente em lugar do templo, apesar de o templo ser muito mais santo do que ele. Al-Aqsa é apenas a terceira mesquita mais sagrada no Islã. "" Agora que Israel voltou a ser um estado soberano judeu, o desejo de reconstruir o templo é cada vez mais forte e forte ", acrescentou.
por Gisele Emerick
Libertar